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Introdução
As Últimas Revelações Jesus e Maria
para a humanidade
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Capítulo
1
Afinal
o que significa isso: visão ou
aparição, locução interior e revelações?
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Capítulo
2
Por
que as aparições da Virgem Maria
esclarecem os últimos acontecimentos
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Capítulo
3
Igreja não revela a tempo
os segredos de Fátima
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Capítulo
4
O
Terceiro
segredo de Fátima
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Capítulo
5
La
Salette anuncia
Fátima
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Capitulo
6
As
aparições de Medjugorje
confirmam Fátima
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Capitulo
7
A
Virgem aparece em Medjugorje
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Capitulo
8
Os Segredos revelados em Medjugorje
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Capítulo
9
Aparições
revelam
mundo invisível
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Ccapitulo
10 - Revelações do século XX
Jesus
aparece à
Madalena Aumont
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Capitulo
11-
As primeiras dez aparições de Jesus
à Madalena Aumont em Dozulé, na França
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Capítulo
2
Por que as aparições da Virgem Maria
esclarecem os últimos acontecimentos
Ana
Lúcia Vasconcelos
Para os céticos gostaria de lembrar ou esclarecer que as aparições
da Virgem Maria estão intimamente ligadas aos acontecimentos político-sócio-econômicos
do planeta, não são fenômenos isolados, coisas de
beatos, ou de fanáticos, ou de visionários loucos, como
muitos poderiam pensar, mas eventos relacionados com momentos importantes
da história da humanidade. Isso porque, não somos um corpo
material criado do nada, somos uma alma que habita um corpo, alma esta
criada à imagem e semelhança de Deus, quer queiram quer
não. Ou seja, não somos apenas matéria, somos espírito
que habita um corpo, somos seres criados por um Criador que, aliás,
apresenta-se como Pai, que quer ser chamado de Abba, significa paizinho,
literalmente, que, no entanto, dada sua Infinita Bondade não quis
criar robôs, mas filhos livres e por isso nos deu o livre arbítrio.
Daí que filhos rebeldes, em vários momentos da história,
os homens transgrediram as leis do amor, da fraternidade, da solidariedade.
Ora, depois de suportar muitas transgressões, Deus tem se manifestado
através de profetas para justamente recordar aos rebeldes que eles
estão no caminho errado, que suas vidas devem mudar porque do contrário
virá sobre eles um castigo, porque a lei deve ser seguida. A história
mostra que estes profetas têm sido desacreditados, alguns foram
apedrejados, torturados e até mesmo mortos, porque os homens, os
transgressores, não querem mudar seu comportamento, mudar o rumo
de suas vidas: preferem adorar “os bezerros de ouro”.
Deus
manda
emissários
Misericordioso e cheio de amor, Deus manda emissários, escolhe
alguns para serem seus porta-vozes, manda anjos, mandou o Filho Jesus,
a Segunda Pessoa da Santíssima Trindade, que os homens crucificaram,
mas que, no entanto chegou a realizar em poucos anos de vida: 33 anos,
uma obra que perdura até hoje, através dos seus discípulos,
que se encarregaram de manter viva a sua “memória”.
No entanto, mesmo esses fiéis seguidores ao longo da história
desvirtuaram seus ensinamentos, inverteram suas palavras, foram infiéis
às suas leis. Sem perder a paciência, porque conhece que
“somos pó”, Ele manda novos emissários do céu,
manda sua Mãe, Maria Santíssima, a mulher cheia de pureza,
a que foi dentre todos os homens, concebida sem o pecado original, a Obra
Prima do Pai.
Ela vem, e reitera os pedidos de Deus Pai, de Jesus e lembra aos homens
que eles estão “pecando” gravemente contra o Espírito
Santo, por justamente não aceitá-lo. Estão renegando
sua “filialidade divina” e acreditando em teorias que dizem
ser o homem apenas um animal. E vem Maria, a divina Maria, a mulher sem
mácula, a Mãe de Deus e dos homens, aquela a quem Jesus
doou à humanidade como sua mãe, dizer aos homens que eles
devem voltar para Deus, para o Pai, para os ensinamentos do Filho, que
devem ser dóceis ao Espírito Santo, que é o consolador,
o educador das almas.
“Para confundir os sábios”, Maria se apresenta em geral
a crianças, jovens, mulheres simples, em geral analfabetas. Crianças
que, no entanto, a partir do contato com a Virgem, se transformam em fortalezas
inexpugnáveis, que dialogam com altas autoridades, sem timidez,
sem medo. Adquirem aos olhos de todos, e em pouco tempo, uma fôrça
que até então não se notara, enfrentando ameaças
e perigos, com um destemor que, deve se dizer, não é delas,
mas qualidades adquiridas na seqüência dos acontecimentos,
das conversas, dos ensinamentos da Virgem, da efusão do Espírito
Santo, da abertura enfim, dos seus corações ao divino, às
coisas celestiais, que lamentavelmente a humanidade siquer suspeita que
existe. Julga-se criada do nada, como se do nada fosse possível
alguma coisa existir.
Emissários
são
transformados
Uma vista d’olhos na história das aparições
ao longo desses dois mil anos, nos mostra que os chamados videntes, os
que vêm - ou ouvem no coração, a Virgem, os que Ela
escolheu para serem seus “emissários” são transformados:
freis, padres, bispos, crianças, jovens, e podemos vê-los
depois como “santos” reconhecidos pela Igreja. Já dos
padres, bispos, autoridades em geral, que repudiaram, não se ouve
falar deles. No máximo a história registra sua omissão
e lentidão em difundir os apelos do Alto, prejudicando gravemente
a realização do plano de Deus e a salvação
dos homens.
Ora, ao longo desses dois mil anos, não apenas a Virgem, mas Jesus
e outros santos têm se revelado aos homens: humildes freiras como
foi o caso de Catarina Labouré, em Paris em 1830,
a quem Ela se revela como Nossa Senhora das Graças.
Ou ao rico, culto e ateu, aliás, mais que isso, a um homem que
nutria ódio aos cristãos, como foi o caso de Alphonse
Ratisbonne; à analfabeta Bernardette Soubirous
em 1858, também na França, desta vez em Lourdes, com quem
a Virgem fala em patóa, dialeto local, já que o vidente
siquer falava francês.
A Virgem aparece ainda a três pastores em Fátima,
Portugal em 1917: Lúcia dos Santos, Francisco Marto,
e Jacinta Marto, só para citar três importantes,
que a humanidade conhece pelo menos de ouvir falar e que a Igreja aceita
oficialmente. Isso porque a história das aparições
registra milhares de manifestações da Virgem nesses dois
mil anos, com prodígios e milagres em cada uma delas, e com características
diferentes, mas sempre ligadas a acontecimentos vividos naquele momento
histórico. Em geral para impedir um conflito, uma guerra, ou até
mesmo para conferir a vitória de uma batalha aos cristãos,
ou em ocasiões que o povo está para sofrer provações,
em virtude do seu afastamento de Deus, como foi o caso de La Salette
quando a Virgem aparece a dois pastores para alertá-los da futura
fome que assolaria o vilarejo se os homens não se convertessem,
e sobre acontecimentos funestos que ocorreriam para toda a humanidade
se não houvesse conversão.
Sobre este tema, aparições há milhões de títulos
em todos os idiomas falados no planeta. Os especialistas apontam de 600
a 800 aparições acontecendo hoje no mundo, e cerca de 2500
sites dedicados ao tema específico na Internet. Isso é para
o leitor sentir a riqueza do assunto. E sua importância, você
diria? Apesar de tudo, os homens, duros de coração, incrédulos,
continuam a se iludir, negando a evidencia desses fatos, mas dando prioridade
máxima a temas supérfluos, apenas relacionados com o componente
material, relegando a segundo plano o componente espiritual de suas vidas.
Conexão
entre elas
Lourdes, Fátima, Medjugorje
E ainda: as aparições não apenas ocorrem em momentos
graves da história da humanidade, como mantém conexões
entre elas. Estudando a relação entre duas das mais importantes,
o padre Valério Alberton, SJ, descobre um outro estudioso do tema
que fez justamente uma análise das ligações entre
as aparições de Lourdes, na França em 1858, e a de
Fátima, em Portugal, em 1917: Fullton Sheen que foi bispo de Nova
York há algumas décadas. Segundo Fullton Sheen, o ano de
1858 é aquele em que, “podemos dizer, inicia-se o mundo moderno,
como antítese do mundo cristão”. Neste ano ele lembra,
John Stuart Mill escreve seu Ensaio Sobre a Liberdade,
Darwin publica a sua Origem das Espécies, Richard
Wagner escreve as suas obras onde fazia reviver o mito da superioridade
da raça teutônica que originou o nazismo e a maior hecatombe
da história da humanidade: a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).
E finalmente, é em 1858 que Karl Marx escreve a sua Introdução
a Critica da Economia Política em que defende a tese segundo
a qual a economia era a fonte da vida e da cultura. Segundo Fullton Sheen,
“desses quatro homens nascem as idéias que vão dominar
o mundo durante quase um século: a idéia que o homem não
é de origem divina, mas animal, a sua liberdade é abuso
e ausência de autoridade e de lei, que privado do espírito,
ele é parte integrante da matéria do cosmos e que portanto
não tem necessidade de religião.
“E essas idéias pagãs, que declaram que o homem é
um animal, que a liberdade é libertação da lei, que
a religião é anti-humana, depressa saem dos livros, transpõem
as salas de aula e explodem na violência da Guerra Mundial de 14-18”,
lembra o padre Valério Alberton. E ainda que neste mesmo ano tão
importante de 1858, justamente no dia 11 de fevereiro aos pés dos
Pirineus, na França, na pequena aldeia de Lourdes, “a Bem
Aventurada Virgem Maria aparece pela primeira vez, das dezoito que aconteceram,
a uma criança aldeã, cujo nome de família era Soubirous,
sendo hoje conhecida como Santa Bernardette. Isto é, apenas quatro
anos após a Igreja ter definido o dogma da Imaculada Conceição,
os céus se abrem e Nossa Senhora tão bela, que não
podia parecer terrena, fala a Bernardette dizendo: Eu sou a Imaculada
Conceição.”
Exatamente no momento em que o mundo nega a culpa original, e sem o saber,
dizia que todas as pessoas nasciam sem pecado, Maria declara: “Só
eu sou a Imaculada Conceição”, lembra Fulton Sheen.
E ainda: “Maria vem estimular os homens a se erguerem acima da condição
animal na sua suprema aspiração para Deus, e contra os que
faziam degenerar a liberdade em abuso, o Eterno reafirmava que só
a Verdade divina nos torna livres pela gloriosa liberdade de filhos de
Deus. Contra enfim, os que proclamavam a religião como ópio
do povo, ela vem libertar os homens do ópio da mentira e nobilitá-los
até a gloriosa possibilidade de se tornarem herdeiros do céu”.
Rebenta
a Primeira
Guerra Mundial
Mas o mundo não dá ouvidos ao alerta de Maria, ou dos céus
como queiram, e rebenta a Primeira Guerra Mundial, de 1914 a 1918. Nossa
Senhora intervém novamente e aparece em Fátima em 1917,
sendo que das seis aparições ocorridas de 13 de maio a 13
de outubro de 1917, a mais importante, foi a de 13 de julho no terceiro
ano da guerra. Depois de ter mostrado às crianças uma pavorosa
visão do inferno, a Senhora diz com grande tristeza: “Viram
o inferno, para onde vão os pecadores”. “Para salvar
as almas, Deus quer restabelecer no mundo o culto do meu Imaculado Coração.
Se as pessoas fizerem o que lhes digo, muitas almas se salvarão
e encontrarão a paz”. Falando ainda da guerra acrescenta:
“A guerra vai acabar. Mas se não deixarem de ofender a Deus,
no reinado de Pio XI, começará outra pior”. Quando
virem uma noite iluminada por uma luz desconhecida, saibam que é
o grande sinal que Deus lhes dá, de que vai punir o mundo pelos
seus crimes, por meio da guerra, da fome e de perseguições
à Igreja e ao Santo Padre. Para impedir, virei pedir a consagração
da Rússia ao meu Imaculado Coração e a comunhão
reparadora nos cinco primeiros sábados. Se atenderem aos meus pedidos,
a Rússia se converterá e terão paz. Se não,
espalhará seus erros pelo mundo, promovendo guerras e perseguições
à Igreja. Os bons serão martirizados, o Santo Padre terá
muito que sofrer, várias nações serão aniquiladas.
Por fim o meu Imaculado Coração triunfará”.
Consagração e
conversão da Rússia
“O
Santo Padre me consagrará a Rússia que se converterá
e será concedido ao mundo um tempo de paz”. No dia 10 de
dezembro de 1925, a Virgem de Fátima, que continua se comunicando
com Lúcia, depois Irmã Lúcia, indica à vidente
como se deve fazer a reparação ao Imaculado Coração
de Maria, que é justamente a comunhão precedida de confissão,
nos cinco primeiros sábados de cada mês. O padre Alberton
lembra que esta revelação dos cinco primeiros sábados
de cada mês inclui a confissão, tão pedida pela Virgem
em Medjugorje (ex-Iugoslávia), onde ela aparece desde 1981 até
hoje, sobre a qual falaremos adiante. Como o pedido da Virgem: consagração
da Rússia tivesse sido retardado e feito apenas em 31 de outubro
de 1942 pelo Papa Pio XII, a guerra foi deflagrada.
Os historiadores das aparições acreditam que a guerra teria
sido evitada se o pedido de conversão e reparação
tivesse sido cumprido, como atesta, aliás, a carta de Lúcia
enviada ao Papa em 2 de dezembro de 1940 onde ela diz: “Nosso Senhor
promete, em atenção à consagração que
os prelados portugueses fizeram da nação ao Imaculado Coração
de Maria, uma proteção especial à nossa pátria
durante a guerra e que esta proteção será a prova
das graças que concederia as outras nações, se com
ela, lhe tivessem sido consagradas”.
No livro A Verdadeira Vida em Deus - volume IV. pág.
366, Jesus mostra à confidente Vassula Ryden a imagem de uma mulher
quase morta que, esclarece , é a Rússia. Ele promete que
vai reviver o país que será, depois de convertido, aquela
nação que vai dar ao mundo a maior prova de amor a Deus,
um grande testemunho para a humanidade. “Tua irmã a Rússia
está morta, mas o Senhor está agora perto dela e a ressuscitará;
o Amor amará a não amada e ela lhe clamará: “Tu
és o meu Salvador e meu Deus...” “A Rússia será
o símbolo da glória de Deus, de sua misericórdia
e de seu amor. O Amor a ressuscitará como o havia feito mil anos
atrás.”
Igreja
tem a solução
para a paz do mundo
“Que consolação ouvir esta promessa, eco fiel da Virgem
em Medjugorje!”, escreve Jean Stiegler, já citado autor de
Os Segredos de Dozulé. “Certo é que
o povo russo possui uma alma profundamente mística e intuitiva.
Frente à loucura dos homens, à loucura dos tiranos, o povo
russo todo se levantará e proclamará sua fé e sua
recusa de prosseguir a guerra aos militares aventureiros. Esperemos e
rezemos para isso, pois tudo é condicionado e pode mudar o mal
como o bem, segundo a conduta dos homens, os sacrifícios e as orações”.
E mais, ele afirma que a Igreja tem a solução para a paz
no mundo, conforme Cristo revelou à Madalena Aumont em Dozulé
nas aparições que começaram em março de 1972
e se prolongaram até 6 de outubro de 1978. Em todas estas, Jesus
pede que se erga uma cruz de 738 metros de altura, sobre o que falaremos
em detalhes na seqüência, e próximo a ela um santuário.
“A humanidade não encontrará a paz enquanto não
conhecer a minha mensagem e não a puser em prática. Dizei
à Igreja que envie mensagens ao mundo inteiro e que se apresse
em fazer elevar no lugar indicado, a Cruz Gloriosa”. Em mensagem
de maio de 1974 declarou: “Todos os que vierem aqui se arrepender
encontrarão a paz e a alegria. A Cruz Gloriosa ou o sinal do Filho
do Homem é o anúncio da próxima volta, na Glória,
de Jesus ressuscitado. Quando essa Cruz for elevada da terra, atrairei
todos a mim”. E na mensagem de 5 de dezembro de 1975, Jesus disse:
“ Meu Pai, cuja bondade é infinita, quer salvar a humanidade
que está à beira do abismo. Por esta última mensagem
é preciso preparar-vos, sabei que é no momento em que não
mais acreditareis, que se cumprirá a mensagem, pois não
sabeis nem o dia nem a hora em que voltarei na glória.”
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